Qual o preço que se paga por dormir mal!

Quantas vezes você já perdeu o sono, seja por preocupações excessivas, seja por maratonas de séries ou trabalho até tarde? Você sabe qual o custo real disso? O impacto de dormir mal vai muito além do cansaço, ele compromete a saúde física, mental e emocional.
Nas últimas décadas, pesquisas confirmaram que noites mal dormidas podem aumentar em 40% o risco de infarto e AVC. O sistema imunológico é outro que sofre, nos tornando mais vulneráveis a infecções e até ao câncer. Também é durante o sono que os circuitos nervosos do cérebro são revigorados, ajudando a prevenir a demência precoce como o Alzheimer. Por outra via, o bruxismo do sono, caracterizado pelo ranger ou apertamento de dentes, aumenta quando dormimos mal, ocasionando fraturas dentárias, dores faciais e de cabeça.
A privação do sono também está diretamente ligada ao diabetes do tipo 2 e obesidade porque desregula os hormônios que controlam a fome e a saciedade. Quando cansados, nos tornamos mais descuidados com a saúde, não porque queremos, mas porque nossa bioquímica nos faz comer mais e por mais tempo, favorecendo o ganho de peso.
No campo mental, perdemos foco e produtividade. A memória operacional do cérebro, essencial para conectar informações, fica limitada, prejudicando a criatividade e tomada de decisão. Por fim, a falta de descanso ainda afeta o humor: ficamos mais irritáveis, impacientes e impulsivos, comprometendo nossos relacionamentos. Um simples desentendimento familiar pode acabar em reações desproporcionais, enfraquecendo laços e desconectando pessoas. A convivência se torna mais difícil tanto no ambiente profissional quanto em casa, o que aumenta o risco de ansiedade e depressão. Aliás, segundo a Organização Mundial da Saúde, o Brasil é o país mais ansioso do mundo e o quinto mais depressivo. A Fundação Oswaldo cruz atesta que mais de 70% dos brasileiros sofre com algum transtorno do sono. Angústia e preocupações com o futuro são as principais causas da insônia, um dos transtornos mais comuns.

Na era digital, nunca dormimos tão pouco e tão mal. Trabalho e entretenimento também nos seduzem a trocar sono por mais tempo online no mundão de oportunidades das plataformas digitais. Mas tudo isso tem nos custado caro demais! A falta de sono não nos rouba apenas horas na cama, mas o controle sobre nossa saúde e nossas vidas. Torne inegociáveis suas 7 a 9 horas de sono por noite…

Cesar Gründling
Dentista, escritor e empreendedor

 

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